Música, armas e rosas: Os bastidores da formação clássica do Guns N’ Roses

Saiba como se iniciou o grupo norte-americano de hard rock que conquistou multidões

Por Caroline Franciele


Da esquerda para a direita: Izzy Stradlin, Steven Adler, Axl Rose, Duff McKagan e Slash. Crédito de imagem: acervo do website O Globo.

6 de outubro de 1986, Troubadour, West Hollywood, Califórnia.

Uma excêntrica banda formada por bad boys se aquecia para iniciar o show. A plateia não era das menores. Cerca de 150 pessoas a compunham, enchiam a casa de shows localizada na Santa Mônica Boulevard, perto da fronteira de Beverly Hills, local perfeito para se ouvir um bom rock e descontrair com os amigos.

Não se sabe a hora ao certo, naquele domingo de julho, que prometia ser mais um domingo corriqueiro, mas que marcou a estreia de uma banda que ficaria eternamente gravada nas nuances da história. A atmosfera permeante era um daqueles ambientes pairantes para o tédio e enfado, mesmo em uma casa noturna de renome, como o Troubador era.

É difícil de imaginar que em 1957 o local era localizado no La Cienega Boulevard, projetado inicialmente para ser um café, por iniciativa de Doug Weston após sua estadia em Londres, posteriormente se tornaria o holofote de estreias musicais. Bob Dylan, com seu folk-twist; The Birds, Bufallo Springfield e muitos outros que compartilharam e compartilhariam aquele mesmo palco, que parecia ser um imã para o sucesso.

As luzes aos poucos vão se apagando, um ruivo excessivo de cabelos arrepiados toma o microfone enquanto um toque de guitarra plaina no ar, em um momento, que imaginemos se congelou no tempo.

Muitos irão se perguntar quem era a banda de visual ousado.   Um loiro no baixo e outro na bateria. Um homem extremamente pálido, destoante de seus longos cabelos negro a tocar a guitarra rítmica. O guitarrista principal já demonstrava ser talentoso e contido, ao contrário do vocalista, que não parava de se mexer.

Mas que o silêncio impere agora, pois o Guns and Roses se apresenta pela primeira vez.

O início

Os que acompanham a banda vão se recordar dos épicos solos de guitarra consagrados por Saul Hudson, mas conhecido por seu nome artístico Slash, quase tão épicos quanto sua clássica cartola preta que, para a surpresa e terror de muitos, quase não caia, apesar das estripulias realizadas em palcos em seus milhares de shows acompanhando o estilo rebelde e habitual do Guns and Roses.

Se não se recordarem dos solos arrancados da Les Paul de Slash, certamente se lembrarão das extravagâncias realizadas por seu vocalista, Axl Rose, que já chegou a ser declarado por muitas revistas dos anos 90 como o homem mais sedutor de todos os tempos. Com calças de couro coladas, chapéus de caubói, lápis de olhos, roupas rasgadas, ausência de camisa, quando não camisetas ousadas, ou até mesmo de cuecas – pasmem! – Willian Axl Rose conquistava as plateias e o coração das mulheres que o viam com suas danças peculiares.

Composta até meados do final de 85 por Duff McKagan, Slash, Izzy Stradlin, Steven Adler e Axl Rose, a banda já vendeu mais de 43 milhões de cópias somente em território norte-americano e cerca de 100 milhões em todo o mundo – e contando. Já gravaram nada mais, nada menos que 19 hits, 6 discos de estúdio, um álbum ao vivo, uma compilação- Greatest Hits, 2004. Mas o início não se deu desse modo.

Formada inicialmente na metade da década de 80, por Tracii Guns (guitarra), Ole Beich (baixo), Axl Rose (vocal), Robbie Gardner (bateria) e Jeffrey Jean ‘Izzy’ (guitarra rítmica), o grupo somente conheceu sua formação mais aclamada algum tempo depois.

O nome que permanece até os dias atuais se deu por meio da junção de duas outras bandas que não obtiveram êxito, sendo eles L.A Guns, que incluía Tracii, Robert e Ole e a Hollywood Rose, anteriormente integrada por Rose e seu amigo de infância, Izzy, entre outros membros.  A nomenclatura perdura há mais de trinta anos, todavia a composição original somente permaneceu por apenas um show, realizado em março de 1985, sendo a deixa de Beich e a entrada de Michael “Duff” Andrew McKagan.

Em meio aos ensaios e apresentações, a constante ausência de Tracii foi sentida pelo grupo, fazendo com que o guitarrista fosse convidado a se retirar do projeto na metade de 1985. Em seu lugar entra Slash, antigo companheiro de Duff dos tempos do Road Crew se juntasse a eles. A saída de Tracii não significou a alteração do nome do grupo. Pouco antes de uma pequena turnê da Califórnia a Washington, o baterista Rob Gardner é substituído por Steven Adler, amigo de Slash. Estava formado assim o conjunto que futuramente seria estampado na capa da Rolling Stones e tremeria o mundo do rock com suas polêmicas e controvérsias.

Após isso, o quinteto se apresentava para uma média plateia no Troubadour, oeste da Califórnia.  Em 2016, anos após seu desmembramento, os garotos mais uma vez se reúnem no mesmo local para marcar seu retorno.

Nos degraus do sucesso: A gradual escalada para a fama

Crédito de imagem: Website Vix.

Após a apresentação na casa de shows, um dos próximos passos seguidos foi sua estreia por meio de uma turnê, denominada Hell Tour em referência ao local de habitação de alguns de seus integrantes – a apelidada Hell House,que logo abordaremos. 

Por mais incrível que pareça, o nome da viagem de apresentações tornou-se um sinal de mau agouro, pois, a caminho de Seattle, partindo de Los Angeles,  a van que os transportava quebrou,  fazendo os músicos pedirem carona, o que veio a causar o cancelamento do tour pelos Estados Unidos devido a dois dias de atraso na chegada e  a posterior venda dos instrumentos para poderem retornar à cidade dos anjos.

Após isso, Axl e Slash continuaram vivendo em uma moradia estreita, sem banheiros, ar condicionado e higiene pessoal. A famosa Hell House também era frequentada por traficantes, prostitutas e usuários de drogas. Os demais integrantes, apesar de terem moradia fixa com suas companheiras a época, jamais deixaram de frequentar a casa, que foi berço de inspiração para as canções Welcome to the jungle, It’s so easy e Yesterdays – Bem vindo a selva, É tão fácil e Ontem, em tradução literal .

Discografia e venda mundial


Discografia da banda Guns and Roses. Crédito de imagem: Mercado Livre.

Em 1986, lançaram seu primeiro EP (disco de curta duração) sob o título de Live?!* @ Like a suicide, com a regravação das músicas Nice Boys, do Rose Tattoo, Mama kin, do Aerosmith, duas composições de Chris Weber, fundador da antiga Hollywood Rose, Move to the City e Reckless Life, além de quatro composições originais da banda.

Com o auxílio da gravadora Geffen Records, em 1987, conseguem gravar seu primeiro álbum de forma não independente, ao contrário de Live, que fora realizado com produção própria, havendo, inclusive, ruídos ao fundo.

Amparados pela Records, nos iniciais meses daquele ano, a banda começa a editar em estúdio suas músicas, porém ainda têm a missão de tentar contornar as polêmicas causadas pelo grupo em seus dias de fama que incluíam o lendário lema do rock: sexo, drogas e rock and roll.

Em Appetite for Destruction, mais especificamente na música Rocket Queen, é possível se ouvir gemidos sexuais, provenientes de Adriana Smith, namorada de Steven Adler a época, mas que manteve relações sexuais com Axl Rose para a gravação dos áudios, que mais tarde percorreriam o mundo juntamente com a música. Em sua defesa, Adriana alega ter feito isso sob o efeito da raiva, após descobrir que seu namorado a traia. A 21 de julho daquele mesmo ano, nascia o álbum de estreia da banda, sendo inúmeras vezes aclamado pela crítica e bem recebido pelo público.

Com sucessos como Welcome to the jungle, Paradise City e Sweet Child O’mine, o LP vendeu nada mais, nada menos que 15 milhões de cópias só nos Estados Unidos. Welcome era inicialmente transmitida nas madrugadas da MTV, mas posteriormente chegou a fazer parte do filme The Dead Pool, de Clint Eastwood, contando com a atuação rápida dos membros da banda.

Com o estouro, os músicos chegaram a abrir shows de grandes nomes como Iron Maiden, Rolling Stones e Aerosmith, todavia em pouco tempo conseguiu sua própria turnê mundial. Com a visibilidade, as questões que intrigavam a todos somente aumentava. Com bebedeiras, comportamento violento e com o uso de drogas – que inclusive fez Slash perder a consciência em um show – o grupo ganhava mais e mais as capas de revistas.

Em 1988, também pela Geffen Records é lançado o álbum GN’R Lies, englobando quatro músicas inicias do EP de produção própria e com quatro novas canções acústicas, sendo a porta de entrada para os sucessos Patience, composição em que a voz de Axl é acompanhada por suaves acordes de violão – o que por uma ironia foi gravada com todos os gunners bêbados- e Used to Love her.

Rapidamente o novo trabalho vendeu mais 16 milhões de cópias em todo mundo, sendo 43 milhões no país de origem, chegando à segunda parada da Billboard – revista de segmento mundial. Todavia, apesar de toda a serenidade que o álbum retratava, ao contrário do gravado em 86, “negros”, “bichas” e “imigrantes com suas doenças” abalou a indústria musical e levou a muitos questionamentos, entre eles, acusações de homofobia, racismo e segregação migratória contra a banda.

Em sua defesa, o vocalista e líder da banda  afirmou que tudo não se tratava de um mal entendido, pois entre músicos que ele admira estão Freddie Mercury e Elton John, homossexuais assumidos, além do fato da mãe de Slash, a figurinista Ola Hudson, ser negra. Após essas discussões e movimentos, houve um pedido formal de desculpas por parte da banda, havendo a retratação por medo de mal entendidos que poderiam ser relacionados ao a GN’R Lies.

Acompanhe abaixo um dos trechos da canção One in a million que causou acaloradas discussões na mídia. Apesar das explicações fornecidas, o tema ainda é assunto de debates.

“Imigrantes e bichas

Não fazem sentido para mim

Eles vem para nosso país

E acham que podem fazer o que quiser

Como começar um mini Irã

ou disseminar doenças horríveis

Eles falam de tantas malditas maneira

É tudo estranho para mim

(…) Policiais e crioulos,

Saiam do meu caminho (…)


 Ola Hudson, mãe do guitarrista Slash. Créditos de imagem: website Pragmatic Obots Unite.

Somado a isso, o comportamento duvidoso dos músicos levou a gravadora a solicitar que se controlassem socialmente. Com isso, iniciaram-se tratamentos para as vicitudes. Aliado a essa linha de raciocínio, Axl ameçou abandonar o quinteto caso as coisas não mudassem.

Posteriormente ao fato, a banda gravou os álbuns Use your Illusions nas versões um e dois, obtendo, respectivamente, 18 milhões de cópias em todo o mundo, desde seu lançamento em setembro de 1991 e 19 milhões de vendas com sua continuação, também em setembro do mesmo ano.

A polêmica do Incident



The Spaghetti Incident?. Créditos de imagem: website Ultimate Classic Rock.

Contendo diversos covers, entre eles de bandas de punk rock, o álbum The Spaghetti Incident? de 1993  gerou grandes controvérsias desde seu lançamento.  Com cerca de 1,3 milhões de cópias vendidas – o que foi tido como o desempenho mais baixo da banda – o Long Play recebeu críticas negativas por, entre outros fatores, conter uma música composta por Charles Manson. Charles é considerado um assassino em série acusado de vários homicídios que foram cometidos no final da década de 1960 nos Estados Unidos. Ele e seu grupo foram os responsáveis pela morte de Sharon Tate, esposa do diretor cinematográfico Roman Polanski.

Look at Your Game Girl ou “Olhe para o seu jogo, garota” gerou grandes críticas ao ser lançado por Manson no período posterior aos homicídios, agitando ainda mais os ânimos ao ser regravado pela banda, porém isso não foi um empecilho para seu lançamento na discografia dos gunners.  Outra canção integrada ao Incident é Since I don’t have you, originalmente composta e lançada pela banda The Skyliners, que em pouco tempo se tornou um grande single mundial, equilibrando a oposição à música do serial killer, fazendo com que o álbum tivesse uma recepção mediana do público.

Charles Mason, autor de uma série de homicídios na década de 1960 nos EUA .Créditos de imagem: website Famous Biografies.

Até o último gunner: O desmembramento da formação clássica

A formação clássica e mais famosa entre os fãs de Guns and Roses se deu com uma junção de grupos e reunião entre amigos. Reunião essa que vendeu milhões de discos, gerou inúmeras turnês e sucesso mundial. Mas como a banda foi se dissolvendo até o último integrante original ser Axl Rose? Curioso (a)? Brigas,  desentendimentos , abraços, hiatos e o grupo se desfez .

De acordo com os registros, o primeiro membro a sair do conjunto, ou melhor, a ser retirado foi Steven Adler. O baterista já apresentava um longo histórico de envolvimento com substâncias ilegais, mas seu ápice foi durante a gravação da música Civil War, do álbum Use your Ilusions, quando o mesmo não conseguia tocar devido a altas concentrações de heroína e cocaína em seu organismo.  Mais de 30 takes depois, o single estava gravado. Em julho de 1990 Adler é expulso da banda e substituído por Matt Sorum, ex-integrante da banda britânica The Cult .

Steven Adler, ex – baterista e primeiro membro a sair do GNR. Créditos de imagem : Revista Rolling Stone.

Após a saída de Adler em 90, foi a vez de Izzy Stradlin abandonar o quinteto . Alegando não aguentar mais ver seus amigos se destruírem com drogas, Stradlin deixou o grupo em sete de novembro de 1991, entrando em seu lugar o guitarrista Gilby Clarke, já possuindo experiência ao atuar na banda Kill For Thrills. Izzy acabou retornando a banda por um curto período de tempo após Clarke quebrar o pulso em um acidente de moto em Israel.

Izzy Stradlin, ex – guitarrista de base do GNR.Crédito de imagem: website Animos Apps.

Em 1994 os ânimos se esquentam mais ainda . Após Axl demitir Clarke da banda sem o consentimento de Slash, quem o havia contratado, a tensão só aumenta. O ruivo o coloca no lugar de Gilby Paul Tobias, o que não deixou Slash nada contente.

Dois anos mais tarde ao gravar Sympathy For the Devil, clássico dos Rolling Stones, para o filme Entrevista com o Vampiro, Saul realiza um solo de guitarra que não agrada Axl, que pede para que seu amigo Paul regrave o solo por cima do original – sim, podem ficar chocados! Descontente com o episódio que ficaria conhecido como “o hiato”, o guitarrista se demite e começa um projeto solo, conhecido como Slash’s Snakepit, com músicas rejeitadas pela banda, o que deixou Axl incrivelmente possesso. Entrava em cena Robin Finck,  em janeiro de 1997, no lugar deixado por Slash.

Antes mesmo do hiato, em 1995, Hudosn havia apresentado alguns riffs de guitarra de sua outra banda, rejeitadas sob a justificativa de não serem fortes o suficiente e não se encaixarem, explicação dada por Axl e Duff. E quanto a Duff…

O Punk Boy permaneceu na banda até agosto de 1997, se demitindo depois da expulsão de Matt Sorum. Sim, meus caros, esse era terminantemente o fim da formação original de um dos conjuntos que mais agitou o cenário musical da década de 80 e 90. Tommy Stinson e Cris Vrenna ocuparam as posições deixadas por Duff e Matt, respectivamente.

Duff e Slash. Créditos de imagem: Pintarest.

Entre demissões, contendas, substituições e o épico abraço simbólico entre Axl e Slash, na Argentina de 93, assim se findou a banda que recolheu seus louros entre “rosas” e batalhou com pulsantes “armas” nas mãos.

Rock in Rio

Para a grande alegria dos fãs, em janeiro de 1991 a banda estava em território nacional – mais especificamente no estádio Maracanã – para o festival Rock in Rio 2, conseguindo uma plateia de 140 mil pessoas – isso mesmo, você não leu errado – apenas no dia 20. Três dias depois, no segundo show,  estima-se que o público chegou a 120 mil pessoas . Durante esses concertos, Matt Sorum e Dizzy Reed – que  atuou e até hoje atua como tecladista da banda – foram oficialmente apresentados ao mundo como pertencentes ao grupo.


Axl Rose e Slash no Rock in Rio de 1991 antes da saída de Slash, Matt e Duff. créditos de imagem: Pintarest

Para matar a curiosidade

Veja abaixo algumas curiosidades sobre a banda .

1.Expulsão de Axl

Em 1985, após chegar atrasado em vários ensaios, o vocalista Axl Rose foi expulso da banda, retornando três dias depois ao seu posto

2. “Me dá seu telefone?”

Em 1991, fãs brasileiros enlouquecidos com a chegada da banda se reuniram na hotel onde os músicos ficaram hospedados. Empolgados, os admiradores pediam insistentemente o telefone de Axl, o que fez com que o mesmo jogasse o aparelho da janela do hotel,  acertando algumas pessoas .

3.November Rain

Após Sweet Child O’mine, a canção que mais conquistou os ouvidos e corações dos fãs foi November Rain, sendo também uma das  mais longas, com 9 minutos de duração.

4.Histórico com mulheres

As músicas November Rain, Estranged, Don’t CryMy Michelle, Rocket Queen, Bad Obsession Shadow of your love Patience, Back Off Bitch, Better, Madagascar e There Was a Time,  foram inspiradas em mulheres com quem Axl Rose se relacionou.  Inclusive Michelle, musa da música My Michelle,  é uma ex-namorada de Slash que posteriormente teve um caso com Axl.

5. Nikki Sixx

Com o título de incontroláveis a Geffen Records tinha a missão de manter a “bad band” na linha. Para isso, uma das sugestões de produtores para o quinteto foi o baixista do Mötley Crüe, Nikki Sixx.  Imagina só?

6.Soco em Bowie

Em 1989, David Bowie teria cantado a ex modelo e esposa de Axl Rose, Erin Everly,  o que fez o sangue de Axl pulsar e chegar ao ponto de dar um soco em Bowie. Alguns dias depois, Bowie se retratou publicamente, afirmando não saber que a garota era comprometida.

7. Duff engarrafado

A cerveja Duff,  que aparece frequentemente no seriado Os Simpsons, foi inspirada no baixista Duff devido ao seu altíssimo envolvimento alcoólico. O músico ganhou fama de beberrão. 

8. A origem do nome Slash

O nome artístico de Saul Hudson surgiu na infância por um pai de um amigo, ao sempre ver o músico atarefado, sempre bolando algo, como se o som Slash acompanhasse a criança agitada que corria. Sim, sim, então Slash seria um zumbido de velocidade.

9. De novo Bowie

Antes mesmo do caso Erin, David Bowie teria se envolvido com Ola Hudson,  figurinista de moda de grandes nomes da música. Quando tinha oito anos, Slash relata que já pegou sua mãe e o camaleão do rock pelados na cama. Imagina só um flagra desses!

10. O último abraço

Ao dividirem palco pela última vez em 1993, durante uma turnê na Argentina, o guitarrista e o vocalista se abraçaram, o que foi  considerado uma espécie de despedida pelos fãs .


Axl e Slash realizam abraço simbólico em apresentação na Argentina. Créditos de imagem: Twitter.

That’s all folks, my friends!

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